
Segunda-feira, 28 de Abril de 2008. Pela manhã fomos ao encontro de Frei Manoel na Matriz de Santana com o objetivo de seguir viagem a nossa primeira vista a uma comunidade ribeirinha da Paróquia. Na Matriz nos juntamos a Jaíza e Mara, sendo essa representante da instituição “La Croce Du Sur” que atende a cerca de 110 crianças apadrinhadas na região, nove delas na comunidade Santa Luzia, nosso destino nessa
manhã. Cerca de duas horas é o tempo de viagem na pequena embarcação da Paróquia. Segui conosco Wanderley que já citei anteriormente e Junior, nosso timoneiro no barco.
A recepção na comunidade Santa Luzia foi extremamente calorosa, uma comunidade formada essencialmente por nove famílias residentes e mais algumas, também cerca de nove famílias que se juntam a eles para as celebrações e vem de áreas um pouco mais distantes.
A comunidade é pobre, mas bem alegre, tem uma pequena escola de ensino fundamental com duas salas de aulas e um refeitório, que atende a todas as crianças da região.
Reunimo-nos na capela em construção, a comunidade nos acolheu com cantos, em seguida fomos nós a cantar para eles, sempre com grande participação das crianças.
Frei Manoel fez uma leitura da Bíblia, falou sobre Pentecostes, tema recorrente p
or causa da liturgia da semana.
Em seguida tomamos café com o povo local, fizemos uma pequena visita, distribuímos brinquedos e balas para as crianças.
Almoçamos com a comunidade, tiramos fotos e nos despedimos encantados coma visita.
Retornando para Breves, no barco, a Elô nos diz: “Posso dizer que hoje estou aprendendo a viver”.
Chegamos em Breves por volta das 14h30min e tivemos a tarde livre.
Às 18 horas fomos à Matriz participar da missa com dom Azcona que mais uma vez nos brindou com sua sabedoria e santidade.
Às 19 horas participamos de uma reunião com as lideranças jovens da Paróquia, são oito grupos de jovens que compões a Pastoral da Juventude na cidade, com média de 50 participantes por grupo.
Nos apresentamos, escutamos a explicação do funcionamento dos grupos, partilhamos um pouco de nossa experiência na Igreja, especialmente o digão que falou de seu encontro pessoal com Jesus. Elô também falou um pouco de sua história ao
responder sobre o chamado que Deus he fez.
Por fim os jovens falaram de sua expectativa junto aos missionários.
Dom Azcona concluiu o encontro falando que é preciso que todos estejam atentos às necessidades dos irmãos do grupo, pois há muitos que estão com eles ali e nem sequer tem o que comer. Para que nunca deixemos de exercer a caridade com os nossos irmãos de comunidade.
“Nenhuma palavra pode ser dita fora da Cruz de Jesus, mesmo que ela esteja nas escrituras” (Dom Azcona, 28.04.08).
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