quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

72 - Batismo na Comunidade São José Operário

Domingo, 14 de Dezembro de 2008.

Realizamos a celebração do primeiro grupo de batizados na nossa comunidade São José Operário, no bairro Cidade Nova II, Cidade de Breves.
São 14 crianças que entraram definitivamente na familia de Deus, para nós uma grande benção.

Queremos realizar em breve a celebração da Primeira Eucaristia de Crianças e Adultos, Casamento Comunitário e tudo que a Igreja nos proporcionar.










71 - Haren Alde/Projeto Amazônia - Confraternização de Natal

Festa de confraternização de Natal da ONG Haren Alde e Projeto Amazônia na comunidade São José Operário, Cidade Nova II, Breves.

13 de Dezembro de 2008










70 - Cartão de Natal da Virtes


Senhor, quisera neste Natal
poder abraçar a todos os meus amigos e irmãos
Os irmãos de longe e os de perto.

Os antigos e os mais recentes.
Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro.
Os sempre lembrados e os que as vezes ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes.
Os das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que sem querer magoei ou, sem querer me magoaram.
Aqueles a quem conheço profundamente
e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências.
Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo.
Meus irmãos humildes e meus amigos irmãos importantes.
Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida.

Neste Natal estando em terras marajoaras,
é necessário amar mais, doar-se mais,
fazer-se pequena mais e mais para deixar que Ele o Menino Deus cresça,
e que eu Virtes desapareça.
Estar aqui é ter o cristo presente a cada momento,
é estar com o menino Jesus nos meus braços constantemente
abraçando as crianças e os adultos, desta terra esquecida.

Por isso, nesta pequena mensagem, desejo enviar um grande presente!!!!
Sim o maior de todos, ”O MENINO JESUS “
Espero que você o acolha e nunca mais o deixe sair de sua casa
de sua vida de sua família e principalmente do seu coração

TENHA UM FELIZ E SANTO NATAL!
Que 2009 Seja o melhor ano de sua vida
porque o menino Jesus estará todos os dias contigo.

VIRTES ROMANI

Cumprir o mandato do senhor, Ide e evangelizai a todos os povos,
è algo fantástico!!!!

69 - Feliz Natal!!

Que você tenha um santo Natal
“ O povo que andava nas trevas viu uma grande luz;
para aqueles que habitavam nas sombras da morte
uma luz começou a brilhar” (Cf. Is.9, 2)

Desperta, tu que dormes
Não sabeis que sois da raça eleita,
Do povo escolhido de Deus?

Hoje os céus te convidam a prostrar-te,
A adorar o Menino-Deus
É Ele o Messias prometido.

Ergue-te do abatimento
Eis que findou a escuridão
Já nos vem o Sol Nascente

A promessa foi cumprida.
Alegra-te Israel,
Festeja descendência de Abraão.

O Deus de nossos pais
Não tardou em cumprir
As palavras do profeta:


“Um menino nos nasceu,
um filho nos foi dado;
sobre seus ombros está o manto real,
e ele se chama: Conselheiro admirável,
Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz.
Seu império será grande
e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino.
Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça,
desde agora e para sempre”. (cf Is 9,5-6)



Ergue-te, Israel
Já não há escravidão,
As correntes se romperam

Emanuel é Deus Conosco
Vem em socorro do seu povo
Todo homem agora é livre

Que o choro para nós
Seja somente de alegria
Pois nasceu o Menino-Deus

Não temais! Com alegria anuncio:
Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador,
Cristo nosso Senhor.

Cantam os anjos aos pastores
Glória a Deus nos altos céus
E paz na terra aos homens de boa vontade.


“Um menino nos nasceu,
um filho nos foi dado;
sobre seus ombros está o manto real,
e ele se chama: Conselheiro admirável,
Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz.
Seu império será grande
e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino.
Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça,
desde agora e para sempre”. (cf Is 9,5-6)

Beto Bernardi


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

68 - Matéria do Bom Dia Brasil


Descaso com a vida não tem limites no arquipélago do Marajó (PA)

Após um ano, Bom Dia volta à Ilha do Marajó e mostra que nada mudou: hospitais abandonados, brasileiros em risco.

Reportagem Roberto Paiva e Jorge Ladimar



Ilha de Marajó, no extremo Norte do Brasil, é um pedaço de terra esquecida, cercado de descaso por todos os lados. Um ano atrás, o Bom Dia Brasil mostrou o sofrimento de quem precisa de atendimento médico na ilha. Pessoas pedindo ajuda às autoridades. Mas os pedidos se perderam, ninguém ouviu. Um ano depois, o que se vê por lá ainda é o desconsolo. Dores que não passam, doentes sem tratamento, homens e mulheres que morrem à espera de socorro. Um ano depois, os repórteres Roberto Paiva e Jorge Ladimar voltaram à ilha de Marajó. E constataram: nada mudou.

A Ilha de Marajó, no extremo Norte do Pará, tem uma das populações mais pobres do país. Quando um grande barco atraca, mulheres e crianças surgem em canoas. A maioria fica à espera de alguma ajuda, por menor que seja. Mãe de sete filhos, a dona de casa Maria Emília Oliveira de Almeida levou dois para vender frutas aos passageiros. “Venho vender para pelo menos comprar o pão das crianças, porque meu marido é doente, não pode trabalhar. Eu trabalho para sustentar a casa”, aponta a dona de casa Maria Emília Oliveira de Almeida.


Nos 16 municípios do arquipélago do Marajó vivem 440 mil habitantes. A rede pública de saúde é precária. Não há um único leito de UTI. Na cidade de Breves, o hospital municipal está abandonado. Há ambulância quebrada, cães e gatos circulando pelo pátio. Quando chegamos, não havia luz no hospital. Lá dentro, buracos nas paredes, colchões velhos, equipamentos enferrujados. O lavrador Raimundo Bispo foi picado por uma cobra. O pai dele conta que no hospital falta até o que não poderia faltar: “Compramos atadura de R$ 4,30 todos os dias. Se não comprar não é feito curativo”. O auxiliar de serviços gerais Afonso Gonçalves da Silva ia comprar remédio para o sogro que está internado lá: “Não tem o remédio e aí manda comprar, o jeito é comprar porque não quero ele sofrendo”. A dona de casa Dinaíuza Moura teve o couro cabeludo arrancado pelo eixo do motor do barco, um tipo de acidente que acontece com freqüência no interior do Pará. Ela acha que o tratamento não vem dando certo. “Tenho muita dor na minha cabeça, de noite não consigo dormir, choro mesmo com dor na minha cabeça, não pára a dor”, diz a dona de casa Dinaíuza Moura. O diretor do hospital municipal de Breves, Adelson Costa, reconhece que faltam médicos. Repórter: Vocês têm pediatra? Diretor: Não. Repórter: Ginecologista? Diretor: Não. Repórter: Cardiologista? Diretor: Não. Repórter: O que vocês têm aqui? Diretor: Clínico geral e dois cirurgiões. Para muitos pacientes, a saída é procurar atendimento médico em Belém. Eles vão de barco. Instalam redes no convés e se preparam para uma viagem de 12 horas. O barco estava lotado. A aposentada Maria Luisa Rodrigues, de 68 anos, tem osteoporose e toda vez que vai ao médico o jeito é suportar as dores e enfrentar o desconforto. “Está muito apertada a rede e é muito quente, dói minhas juntas, os ossos. Vou chegar muito baqueada, com dor nos ossos”, reclama a aposentada Maria Luisa Rodrigues. O médico mandou ela tomar leite diariamente. “Estou receitada de tomar leite quatro vezes por dia e não tenho dinheiro para comprar porque paguei a passagem”, conta a aposentada. Francinete faz seis viagens por mês até Belém. Ela tem problemas na coluna, cistos nos seios e poucas alternativas. “Se não for assim vai à morte mesmo”, diz.

O bispo da Prelazia do Marajó, Dom Luiz Azcona, diz que quando o caso é grave há pacientes que não resistem e morrem no caminho. “Eu sou testemunha. Parece cruel, desumano, é o descaso das nossas autoridades pelas vidas humanas e pela dignidade das pessoas”, confirma o bispo da Prelazia do Marajó Dom Luiz Azcona. Na semana passada uma grávida do município de Anajás estava em coma e foi de avião para Belém, mas acabou morrendo. Segundo a secretaria de saúde do Pará, quando o caso é grave, os bombeiros podem buscar os doentes na Ilha de Marajó de helicóptero. Uma grávida foi resgatada no município de Curralinho, a 160 quilômetros de Belém. “Nosso maior problema é que as pessoas se deslocam sem procurar o serviço de saúde no município”, afirma a secretária-adjunta de Saúde (PA) Daniele Soares Cavalcante. O técnico em refrigeração Enésio Pinheiro dos Reis diz que procurou a prefeitura de Curralinho para pedir que a mulher fosse transferida para Belém, mas a resposta foi negativa. “Falei que ela estava passando mal. Falaram que não tinha passagem para Belém e deram R$ 30 com a cara brava”, conta o técnico. A mulher dele, a dona de casa Laudiseia do Vale Martins, passou mal durante a viagem e foi socorrida às pressas pelos passageiros e por funcionários do barco. Estava inconsciente. Segundo o marido, ela havia perdido o bebê há um mês e vinha apresentando sangramentos. Por sorte, havia uma enfermeira entre os passageiros. Quando chegou a Belém, foi socorrida por uma ambulância. “Cheguei a pensar que ia morrer, que não tinha mais jeito, só Deus mesmo me livrou e me salvou dessa”, agradece a dona de casa Laudiseia do Vale Martins.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

67 - Natal sem Fome em Breves

“Porque tive fome e me deste de comer”
(Mt 25, 35a)


Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Meu irmão, minha irmã.


Nós somos missionários do Projeto Amazônia, Missão Marajó, estabelecido desde maio do corrente ano de 2008 na cidade de Breves, estado do Pará. Onde, atendendo ao clamor de seu bispo Dom José Luiz Azcona Hermoso, fixamos nossa primeira casa de missão da Renovação Carismática Católica do Brasil.

Muitos trabalhos já foram iniciados aqui, porém alguns deles são já existentes e de máxima urgência e importância p0ara a comunidade local. Exemplo disso é a Campanha NATAL SEM FOME, que já está em seu oitavo ano de realização e tem a frente a ASSOCIAÇÃAO MISSONÁRIA CRUZ DO SUL (Croce Del Sud), uma ONG de origem italiana, da paróquia de San Benedetto Del Tronto queda apoio a crianças e famílias na Paróquia de Sant’Ana, cidade de Breves.

Nós, associados a Cruz do Sul nessa campanha NATAL SEM FOME 2008, vimos pedir sua colaboração para fazer chegar a mesa dos menos favo9reciddos um pouco de alegria nesse natal. Temos a como meta distribuir 1.500 cestas básicas para famílias carentes aqui residentes, cestas essas no valor nominal de R$ 25,00 (Vinte e Cinco Reais).

Produtos para a Cesta da Campanha Natal sem Fome.


1. 01 Kg de farinha
2. 01 Kg de arroz
3. 01 Kg açúcar
4. 01 Kg de feijão
5. 01 Litro de óleo de soja
6. 01 Pacote de macarrão
7. 01 Pacote de leite em pó
8. 100 g de café
9. 500 g de bombons
10. 01 pacote de bolacha
11. 02 Latas de carne em conserva
12. 02 Latas de sardinha em conserva
13. 01 Pacote de massa para sopa

Como você pode ver, é apenas o essencial fornecido nessas cestas, apesar de sabermos que em muitas famílias não atenderá as necessidades mínimas por serem essas famílias numerosas.

Queremos atentar para o fato de que Breves passa por uma situação de desemprego nunca antes visto nessa região. Muitas empresas madeireiras fecharam suas portas demitindo grande numero de funcionários que eram em sua maioria a única fonte de renda da família. No ultimo mês duas grandes empresas foram fechadas trazendo o desemprego para quase mil pessoas.

Por isso, estendemos a mão pedindo sua colaboração financeira, nos ajudando na compra de uma cesta básica, levando essa campanha ao seu grupo de amigos, seus familiares, seu grupo de oração ou pastoral, para que juntos consigamos minimizar a tristeza e o abatimento que dominam os lares desses nossos irmãos mais necessitados.

As doações podem ser efetuadas diretamente na conta corrente da ONG Cruz do Sul. CNPJ 04.257.962/0001-81


A M CROCE DEL SUD
Agencia: 0558-4
Conta Corrente: 6838-1
Banco do Brasil

Pedimos a gentileza de confirmar o depósito através de um dos e-mails abaixo relacionado, para nosso controle e prestação de contas e também para que coloquemos os doadores em nossas orações.

betobernardi@hotmail.com
eloisa_pg@hotmail.com
vmromani@hotmail.com
missão.marajo@hotmail.com




Desejamos a você e aos que ama um Santo Natal e um ano de 2009 com todas as bênçãos do céu.

São os votos de

Beto, Eloisa e Virtes
Missionários do Projeto Amazônia



“Todas as vezes que fizeste isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizeste”
(MT 25,40b)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

66 - Novembro, que assim seja









Terça-feira, 25 de Novembro de 2008.

Novembro tem sido um mês providente para a nossa missão, planejamos fazer uma maloca na comunidade São José Operário para melhor celebrar com a comunidade que a cada dia cresce em numero de participantes e não tinha mais condições de juntar tantas pessoas em espaços tão limitados como daqueles barracos de madeira que ali estavam. Já surgia ali um problema de segurança e comodidade para os membros da comunidade.

Nesse intervalo de tempo ocorreram algumas mudanças da missão em relação a comunidade como a transferência das oficinas de cartões e de alfabetização para Cidade Nova II, tendo em vista que o centro de pastoral Santa Madalena de Nagazaki ficava distante para a maioria dos comunitários.

Com novembro também chegava o Círio de Nossa Senhora de Nazaré aqui em Breves e a participação de São José Operário nas novenas e no Círio das crianças era fato consumado. A comunidade se reunia naquele pequeno barraco a noite para rezar o terço, brotando dali o desejo de manter essa atividade, que agora realizamos todas as terças feiras às 19 horas, nossa primeira oração de terço aconteceu no ultimo dia 18 de novembro e teve a participação de mais de 50 pessoas, nos causando grande alegria ver o desejo dessas pessoas caminharem com Nossa Senhora na formação dessa comunidade.

No domingo,16, que antecedeu a esse evento havíamos inaugurado a nossa maloca com uma missa celebrada por Frei Manuel Santana que conseguiu contagiar a todos com seu entusiasmo. Sendo assim, finalizamos o nosso mês dando inicio a construção da nova capela de São José Operário, que será simples, de madeira, porém feita com muito carinho com a participação de todos. Durante a remoção dos barracos e a limpeza do terreno foi muito bom ver a participação de mais de 20 pessoas ajudando, sem contar nas diversas crianças que ali ajudavam a carregar algumas madeiras ou recolher o mato arrancado.

Em dois ou três meses estaremos aqui festejando a inauguração da Capela de São José Operário, algo impensável em tão pouco tempo de missão.

Creio que Deus providenciou a vinda de Frei Manuel Santana para essa Paróquia de Sant’Ana a fim de dar um novo impulso missionário naqueles que estavam mornos ou frios.

Saindo um pouco de São José, viajamos para os ribeirinhos nesse ultimo final de semana, saímos na sexta-feira, 21, rumo à comunidade de Cristo Rei, no Rio Aranaí, cerca de 15 horas de viagem no barco Capitão Willian. Seguiram conosco Silvana e Junior, da comunidade Santa Rita para nos ajudar com a música.
O barco era desconfortável, pequeno e fomos na parte debaixo próximo ao motor e também a carga transportada. Saímos pouco depois das 13 horas da sexta e chegamos na madrugada do sábado, por volta das 3 horas, lá nos aguardava um dos comunitários para nos acomodar na barraca da comunidade.

Foi um sábado tranqüilo, pudemos dormir bastante e pela tarde fomos passear até as casas de alguns dos comunitários às margens do Aranaí. Passeamos pelas matas, igarapés e principalmente fizemos contato com pessoas muito especiais que nos acolheram de forma muito carinhosa. É algo diferente esse contato, eles esperam por esses momentos e nós somos sempre surpreendidos por sua gentileza.

À noite fizemos um LOUVOR na barraca, não tinha muita gente, porém foram momentos fortes. Virtes fez um momento de louvor, eu fiz a pregação, enfocando o tema família como me haviam solicitando e a Elo conduziu o momento final de perdão entre as pessoas, especialmente entre os familiares.

Domingo, dia 23, dia de Cristo Rei. Para isso estávamos ali e realizamos uma celebração com os comunitários de Cristo Rei e representante de outras seis comunidades vizinhas. Pessoas que se deslocaram uma ou duas horas de barco para celebrar conosco.

Foi um momento especial para cada um de nós, pois, celebrar nos ribeirinhos é também algo diferente. Eles estão habituados somente com os seus, vêem um padre uma vez por ano que passa meio dia com eles resolvendo questões de direção da comunidade, atendendo confissão, celebrando batizados. Não há grande contato com os padres ou quaisquer outros membros da igreja. Por isso eles nos aguardam com ansiedade, somos portadores da Boa Nova no melhor sentido da palavra. Uma pregação, um louvor, um gesto, tem um valor que jamais imaginaríamos. Eu havia experimentado isso com eles no Encontro das CEB’s ribeirinhas, ali mesmo em Cristo Rei no mês de agosto. Por já me conhecerem desse encontro e também por um contado da dirigente conosco em Breves nos dias do Encontro com Jovens é que fomos convidados a participar da festa do padroeiro.
Conduzi a celebração. A Virtes fez a homilia, a Elo participou lendo a oração da comunidade, Silvana e Júnior na Musica. Para aqueles que têm função de leitor, salmista e comentarista, nós os mantivemos por achar que especialmente no dia da festa do padroeiro seria injusto lhes retirar da sua função, que nos ribeirinhos é um cargo nomeado na comunidade.

Terminada a celebração participamos do bingo com a comunidade reunida e por volta das 15 horas retornamos para Breves, no barco São João da Palheta, esse sim um barco espetacular, não muito grande, porém limpo e confortável, é asegunda vez que nele viajo e o considero o melhor dos barcos que viajei no Marajó.

Foi à primeira vez nessa missão que nós três estivemos juntos nos ribeirinhos, as duas já haviam viajado antes, porém eu ainda não estava em Breves. Depois eu viajei duas vezes e as duas ficaram em Breves, numa outra fomos eu e Virtes sem a Elo. Precisávamos realizar uma missão nos ribeirinhos os três juntos, e com certeza essa foi à melhor delas.

Chegamos a Breves por volta das 5 horas da manhã da segunda-feira e retornamos a nossa missão.
Para encerrar novembro com chave de ouro, iniciaremos nessa quinta feira, dia 27 as nossas primeiras turmas de catequese infantil, para crianças com mais de dez anos e que estejam na quarta série ou seguintes, essa turma receberá a Primeira Eucaristia no dia 1º de Maio de 2009, na festa do Padroeiro.
No sábado iniciaremos a turma de catequese de adultos, se trata da primeira turma de catequese de adultos de Breves, esperamos levar muitos dos nossos irmãos a essa evangelização essencial e a recepção do Sacramento.

Que novembro nos inspire a crer que tudo é possível dentro dessa missão.